"No auge do desespero,
Quando lenta e dolorosamente, feneciam os meus sonhos,
Cintilou um sorriso na minha alma… o teu sorriso…
E a doçura do teu olhar invadiu a minha realidade…
Persistiu um resquício de chama nas noites frias da minha vida,
Mas falei contigo a lingua sem palavras
E deixei que o vento, pelas areias batidas do deserto,
te levasse a minha mensagem…
Não é a amizade a poesia da eternidade?
E a lagrima cai… o sorriso vibra…
A minha alma poderia sorrir mais se não chorasse…
Mas também ela precisa das lágrimas…
Afinal… enquanto houver vida… haverá sempre um sonho…"
de Guardiã Sonhos,
alguém que do deserto soprou uma mensagem de vento para mim, e agora me faz sorrir novamente depois de ter regressado... apesar de nunca ter chegado a partir... pois esteve sempre presente...
Podia escrever muita coisa... mas não teria palavras que descrevessem o que senti e sinto...
Beijinho doce, adorei o poema... Obrigada.
Afinal tinhas razão...
Catarina Alves






